Um poema de Eugénio de Andrade


Pela manhã de junho é que eu iria
pela última vez.
Iria sem saber onde a estrada leva.

E a sede.


em Matéria Solar, Porto: Fundação Eugénio de Andrade, obra de Eugénio de Andrade/13, 5ª edição, 2000,  p.36.

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