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Um poema de Mário Rui de Oliveira

Fogo

Mesmo nos dias de paciência e caridade, persegue-me uma palavra, o desejo de me deitar, em fogo, pela cidade.


em O Vento da Noite, prefácio de Eugénio de Andrade, Lisboa: Assírio & Alvim, colecção Peninsulares/Literatura,  2002, p. 46.