«Não esqueço.
Aqueles a quem roubaram o sorriso. Portugal é isto: uma fila de velhos muito pobres, verdade e fingimento, à porta de um dispensário, num coro constante de tosses; também ramela. Queixumes e câmbios de mazelas e, no fundo, ninguém quer que lhe tirem as doenças. Nada mais possuem. Depois como era!!?... E há os intelectuais: os intelectuais têm muita graça.»
Paulo da Costa Domingos, Narrativa, Lisboa: frenesi, 2009, p. 12.
1 comentário(s):
vale a pena, portanto (?) pergunta parva, eu sei
vim aqui ter ao pesquisar o livro para mandar vir :)
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