3.3.10

Mais vale tarde do que nunca


Tal é o cansaço de tudo que nem ler me apetece. Ando já algum tempo às voltas com Directa de Nuno Bragança. Ele ali está, a olhar para mim, na mesinha-de-cabeceira. Junto a ele uma antologia de Jaime Gil de Biedma, autor que recentemente descobri num alfarrabista numa rua moderna de Santiago de Compostela por €4.50. Quando li os primeiros versos disse para mim mesmo mais vale tarde do que nunca.

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