Com um atraso de quase dez anos, chego finalmente a Lugares Comuns, de João Luís Barreto Guimarães. Da última vez que fui a Lisboa lá consegui encontrar um exemplar na Poesia Incompleta. Hoje decidi lê-lo numa das mesas do café onde aqui costumo ir tomar a bica. Nunca mais qualquer café será visto com os mesmos olhos.
0 comentário(s):
Enviar um comentário